domingo, 6 de novembro de 2011

             
Pensava que a paz era dinheiro, jaz pensava que a droga não era droga, sujeito a sempre errar e nunca parar. falava de jesus e eu o respeitava que ele era luz fingia que o amava mas toda glória que eu trazia era só pra mim só pra mim, há vida boa vida marromeno pensava que tava na paz vivendo no veneno, tinha coleção de demônios em casa sentados na sala, um lugar pra mim outro pra minha mãe tinha tanto demônio que alguns ficavam de pé. mas que nada sempre há vaga pra demônio sempre há vaga. recebi um convite eu vou pra igreja vou furar os ói de quem depende da breja, eu dependia muito por isso eu fugia, lá o pastor levantou tentou me derrubar com a mão na minha cabeça onde é que eu fui parar eu balançava ele gritava mesmo assim eu não caí desisti achei loucura aqui não tem ninguém a minha altura, porque sempre lutei sempre fui honesto mas nunca passei de resto. eu me achava melhor com a vida só o a cachaça bébia o que via na frente, comprava com suor, nunca de deus eu dependi por isso eu fugi. cai sofri demais eu era marionete de satanás, repenso minha história glória a quem tem glória glória a quem tem glória Jesus.

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